segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Por que choramos de felicidade?

Quando alguma coisa realmente boa acontece, é muito difícil conter as lágrimas de alegria. As situações que provocam o choro de felicidade variam muito: os pais assistindo à graduação do filho, um casal que se encontra depois de um tempo distantes ou um atleta que acaba de vencer uma competição. Mas por que chorar quando a expectativa é sorrir? Há uma explicação científica para as lágrimas de alegria.

De acordo com a cientista Oriana Aragon, chorar depois de uma experiência de intensa emoção positiva permite recuperar o equilíbrio emocional. A cientista e sua equipe da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, realizaram um experimento para comprovar a teoria.

A fim de verificar a hipótese, os cientistas pediram que os voluntários do estudo vissem uma série de fotos de bebês, sendo que alguns deles caracterizavam-se por ter traços mais infantis do que outros (rosto mais redondo e os olhos maiores). As reações dos participantes foram analisadas e comparadas.

Para os pesquisadores, essa expressão “dimorfa” (que pode tomar duas formas diferentes), em que um evento positivo está associado a uma reação emocional negativa, permite que fortes emoções positivas sejam regulamentadas, a fim de recuperar o equilíbrio emocional de forma mais rápida. Na verdade, eles descobriram que as pessoas que demonstraram esse tipo de expressão também apresentaram uma diminuição na emoção positiva cinco minutos depois de ver as imagens.

Esse tipo de comportamento também poderia explicar situações como “riso nervoso”, onde uma emoção negativa leva a sorrir ou rir.

As emoções e o cérebro

Para a neurociência, é no cérebro que a emoção começa. Na verdade, a emoção é muito importante para a manutenção da memória, pois indica os medos e os desejos.

Todavia, um estudo publicado no Journal of Neuroscience mostrou que é possível aprender a controlar as emoções em determinadas situações, como por exemplo, conter a raiva e o estresse no trabalho com treinamento cerebral.

Dois grupos de pessoas foram submetidos a testes de memória relacionados à necessidade de controle emocional. Depois, um dos grupos recebeu um treino de ginástica cerebral que estimulasse a memória de trabalho e o outro fez um treinamento placebo, com estímulos mínimos, insuficientes para promover melhorias.

Após 20 dias, todos foram submetidos a novos testes com ressonância magnética. Nas imagens, os pesquisadores viram que o circuito frontoparietal das pessoas treinadas trabalhou muito mais do que as pessoas que receberam o placebo.

Conclusão, o grupo que fez ginástica para o cérebro reagiu melhor a testes de controle emocional, habilidade de lidar com sentimentos negativos e transformá-los em atitudes produtivas. Nada mal para quem convive diariamente com pessoas agressivas, seja na família ou no mundo corporativo.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Oferecer um bom plano de saúde garante empregados saudáveis?

ALBERTO OGATAPresidente Publicado em 16 de Novembro de 2014 às 12h15

A realização de programas isolados de RH e SST e a gestão do plano de saúde não garantem a saúde dos trabalhadores e nem a melhor performance de capital humano

Como sabemos, a saúde é um conceito aplicado às pessoas e que envolve várias dimensões e a percepção de cada um. No entanto, muitas empresas e organizações confundem indicadores de processo, programas e resultados corporativos com a melhoria do nível de saúde de uma população. Assim, uma sinistralidade controlada de um plano de saúde, bons índices de absenteísmo ou a busca desenfreada de indicadores de FAP controlados ou ROI sobre os programas não pressupõe que os trabalhadores estão saudáveis, felizes e motivados.
Há alguns anos, a entidade American Psychological Association (APA) criou uma lista denominada “Psychological Healthy Workplaces” com o pressuposto que somente oferecer programas de qualidade de vida e atividades em saúde não basta. É preciso ir além e envolver as normas, valores e crenças na cultura da organização, com uma visão multidimensional que envolve boa saúde física e mental, bons relacionamentos, estabilidade financeira e uma vida com significado e propósito, inclusive no trabalho. Neste contexto, quando uma empresa enxerga o bem-estar do trabalhador como um fator crítico para o sucesso da organização, as práticas de qualidade de vida ficam conectadas com os objetivos estratégicos e orienta a performance individual e corporativa.
Esta lista foi adaptada no Brasil pela empresa GestãoRH com o termo “Empresas Psicologicamente Saudáveis” e que é baseada em cinco pilares: (1) Equilíbrio vida pessoal e trabalho - analisa os arranjos de trabalhos flexíveis e recursos que contribuam para que os colaboradores mantenham o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional.(2) Envolvimento do colaborador -analisa o trabalho de autogerenciamento das equipes, comitês de trabalhadores ou força tarefa e ações que envolvam a tomada de decisão do colaborador.(3) Saúde e Segurança no Trabalho - tem o objetivo avaliar os esforços e a ajuda ao colaborador em desenvolver um estilo de vida melhor, como local de trabalho seguro e programas de vida saudável, como por exemplo, contra o sedentarismo, abuso de álcool e drogas, orientação antitabagismo e das doenças ocupacionais e sexualmente transmissíveis. (4) Reconhecimento do colaborador - indica a forma como as empresas reconhecem seus colaboradores pelo trabalho desempenhado e pela sua atuação e contribuição junto ao seu grupo. (5) Significado e propósito - segue o critério e a tendência mundial das empresas que buscam profissionais mais alinhados com os novos modelos. Desta forma, avalia as ações que a empresa desenvolve em prol do alinhamento de seu colaborador com os seus valores.
Os cinco pilares se integram com os processos de comunicação e estão alinhados no contexto do bem-estar do empregado e o funcionamento organizacional. Estas práticas não existem isoladamente e devem estar integradas e é importante considerar o ambiente interno e externo.
A publicação das listas americana e brasileira é importante para apontar as boas práticas em cada pilar. Ela inclui, cada vez mais, a adoção de novas formas de teletrabalho, horário flexível, comunicação interna, regras claras de reconhecimento e promoção, suporte para a saúde mental e emocional e o estímulo para que os trabalhadores busquem um sentido integrador para a existência pessoal e coletiva.
No entanto, acredito que igualmente relevante é a compreensão dos gestores das empresas de que cada dimensão é igualmente relevante para se obter os melhores resultados na busca de trabalhadores saudáveis, produtivos e comprometidos. Assim, os programas devem nascer das demandas e necessidades de cada empresa e não podem ser geridos por agentes externos, assim como focar em apenas um pilar (como saúde e segurança no trabalho ou gestão de saúde física) não garante os melhores resultados.

Fonte: saudebusiness.com

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

'Suplementos não servem para nada', defendem cientistas

Um em cada dois adultos toma pílulas de vitaminas todos os dias, e os americanos gastam bilhões de dólares ao ano com as suplementos. Agora, um pequeno grupo de médicos que escreve para uma importante revista científica está dando um conselho bem claro: "Parem de jogar dinheiro fora".
Em um artigo raro, por apresentar uma opinião categórica, os cinco autores afirmam que, para os americanos saudáveis preocupados com doenças crônicas, não há benefícios claros no consumo de pílulas de vitaminas e minerais. Além disso, em alguns casos elas podem até ser prejudiciais.
A única exceção feita pelos autores foi o suplemento de vitamina D, que, segundo eles, ainda precisa passar por mais pesquisas. Ainda assim, o uso generalizado das pílulas de vitamina D "não se baseia em evidências sólidas de que os benefícios superem os danos", afirmam os autores. Quanto às demais vitaminas e suplementos, "o veredito já foi dado".
"A mensagem é clara", continua o editorial. "A maioria dos suplementos não ajuda a prevenir doenças crônicas ou a morte, seu uso não é justificado e deveria ser evitado". "Temos tantas informações baseadas em tantos estudos", afirmou em uma entrevista a Dra. Cynthia D. Mulrow, vice-diretora sênior da revista Annals of Internal Medicine, e uma das autoras do editorial. "Não precisamos de muito mais evidências para acabar com essa prática".
Autoridades da Associação de Produtos Naturais, uma organização comercial que representa varejistas e fornecedores de suplementos, afirmaram que ficaram chocadas com o que chamaram de "um ataque" ao setor, apontando que um estudo publicado no ano passado revelou uma redução modesta na incidência de câncer em um longo estudo clínico controlado e randomizado envolvendo 15.000 médicos.
'Os integrantes do nosso grupo oferecem e vendem seus produtos para ajudar as pessoas a obterem um estilo de vida mais saudável', afirmou John Shaw, diretor executivo da associação, acrescentando que não entende porque o setor está sendo criticado 'por tentar promover a saúde e o bem-estar'.
A demanda por suplementos de vitaminas e minerais cresceu drasticamente nos últimos anos, com as vendas no mercado americano totalizando 30 bilhões de dólares em 2011. Mais da metade dos americanos utilizava ao menos um suplemento alimentar entre 2003 e 2006 – entre 1988 e 1994 o total era de apenas 42 por cento –, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças. Os produtos mais comuns são os complexos multivitamínicos e os suplementos minerais, que são consumidos por 40 por cento dos homens e mulheres dos Estados Unidos, de acordo com dados da Pesquisa de Exame Nacional da Saúde e da Nutrição.
Nunca houve uma prova cabal de que o uso regular e prolongado desses suplementos ajudasse a prevenir doenças cardíacas, ou câncer, e os autores do editorial não foram os primeiros a mostrarem isso.
A Cochrane Collaboration, que publica resumos de evidências médicas, também concluiu que o consumo de vitaminas não aumenta a expectativa de vida. Uma revisão atualizada das evidências feita pela Força-Tarefa de Serviços Preventivos dos EUA também concluiu que existem evidências limitadas de que o consumo de suplementos vitamínicos e minerais sejam capazes de prevenir o câncer ou as doenças cardiovasculares.
Entretanto, a força-tarefa apontou que dois estudos clínicos revelaram pequenas reduções na incidência de câncer entre homens que tomam complexos multivitamínicos. Todavia, outros estudos mostraram que suplementos de betacaroteno parecem aumentar o risco de câncer de pulmão entre fumantes, conforme destacou o resumo da força-tarefa, e que doses altas de vitaminas A e E causam danos e podem aumentar o risco de morte.
O editorial publicado nos Anais foi acompanhado por dois novos estudos que apontam resultados desalentadores para os complexos vitamínicos quanto à capacidade de ajudar a preservar a função cognitiva e de prevenir ataques cardíacos. Em um estudo envolvendo quase 6.000 médicos maiores de 65 anos, os participantes que consumiram complexos multivitamínicos por mais de uma década tinham a mesma probabilidade de manterem a função cognitiva à medida que envelheciam, se comparados a médicos da mesma idade que haviam tomado placebo.
Porém, a Dra. Francine Grodstein, uma das principais autoras do estudo, afirmou que, uma vez que os médicos costumam ter dietas saudáveis e serem bem nutridos, os nutrientes podem não fazer muita diferença nesses casos. 'Eu acredito que exista espaço para mais pesquisas', afirmou Grodstein, que não escreveu, nem assinou o editorial.
Demonstrar que a prevenção de doenças crônicas pode levar décadas e conduzir estudos de longa duração, randomizados e controlados, é difícil e bastante caro. 'Nós não temos e provavelmente nunca teremos dados de estudos randomizados realizados ao longo de décadas', afirmou.
Os resultados de outro estudo clínico publicado pela revista revelou que doses altas de vitaminas e minerais não evitam futuros problemas cardiovasculares em pacientes com mais de 50 anos e histórico de ataques cardíacos, embora a pesquisa tenha sido afetada por um grande volume de desistentes.
Até o momento foram realizados poucos estudos randomizados sobre os efeitos dos complexos multivitamínicos e de minerais em relação a doenças cardíacas, câncer e ao risco de morte, segundo o Dr. Stephen P. Fortmann, pesquisador sênior no Kaiser Center for Health Research. O esboço de novas recomendações da força-tarefa, baseado em um resumo atualizado, demonstra que existem evidências insuficientes para recomendar ou não o consumo de vitaminas.
Entretanto, Fortmann, que também não escreveu nem assinou o editorial sugeriu que as pessoas que compram vitaminas podem estar 'jogando dinheiro fora', e acrescentou: 'Não acredite que isso compensa uma alimentação ruim, que você pode comer um monte de fast food e depois tomar os suplementos. Essa é uma péssima ideia'.

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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Unimed SEGUROS e a Copa do Mundo

Copa do mundo: o setor de saúde está preparado?

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou em maio deste ano um investimento em infraestrutura de R$ 1,9 bilhão, até 2014, para a Copa e a Olimpíada. O dinheiro será investido em unidades básicas de saúde, unidades de pronto atendimento 24 horas (Upas), Serviço de Atendimento Médico de Emergência (Samu), oficinas ortopédicas, unidades móveis odontológicas e na Força Nacional do Sistema Único de Saúde, um grupo criado para atuar nos eventos de massa. Além das iniciativas governamentais, a FH quis saber se as empresas do setor de saúde estão investindo e se preparando para um possível aumento de demanda assistencial devido aos eventos esportivos.
*As 12 cidades-sede da Copa são: Fortaleza, Salvador, Recife, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Manaus, Cuiabá, Natal, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre"

Fonte: Saúde Web

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Estamos também no Face!

Olá amigos, bom dia, quero só informar que colocamos uma pagina na grande rede social do Face Book, por isso de uma curtida e uma compartilhada.

Muito obrigado, e um grande abraços para amigos e parceiros.

Ass.:
João Paulo F. Amaro

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Crise na Unimed afeta 56 mil beneficiários no Centro-Oeste e Tocantins

Usuários da unidade Centro-Oeste e Tocantins da operadora terão que procurar outros planos de saúde

Publicação: 16/07/2013 06:03 Atualização: 16/07/2013 08:33

  Mais de 56 mil beneficiários da Unimed Centro-Oeste e Tocantins correm o risco de ficar sem os serviços da empresa. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) decretou a alienação da carteira de usuários da operadora. Se a decisão não for revertida, eles terão que migrar para outros planos. O convênio, que atravessa situação financeira delicada, ainda tem 30 dias para tentar negociar a suspensão da medida.
  O caso ilustra a grave crise instaurada no sistema Unimed, que conta hoje com 360 cooperativas independentes. Um total de 39,1 mil beneficiários de quatro operadoras vinculadas à empresa passam pela mesma situação: já tiveram que buscar outros planos, por meio da chamada portabilidade. Caso isso ocorra na Unimed Centro-Oeste e Tocantins, esse número subirá para 95,5 mil.

fonte: Correio Braziliense

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Alunos de medicina terão que trabalhar no SUS

Parte do Programa Mais Médicos, medida é questionada por entidades de classe, que a consideram exploração de mão de obra
Alunos que ingressarem em cursos de medicina a partir de 2015 terão que atuar dois anos no Sistema Único de Saúde (SUS) para receber o diploma. A medida é válida para faculdades públicas e privadas e faz parte do Programa Mais Médicos, anunciado na segunda-feira (8) pelo governo federal. Com isso, o curso passará de 6 anos para 8 anos de duração.
Os estudantes irão trabalhar na atenção básica e nos serviços de urgência e emergência da rede pública. Eles vão receber uma remuneração do governo federal e terão uma autorização temporária para exercer a medicina, além de continuarem vinculados às universidades. Os profissionais que atuarem na orientação desses médicos também receberão um complemento salarial. Os últimos dois anos do curso, de atuação no SUS, poderão contar para residência médica ou como pós-graduação, caso o médico escolha se especializar em uma área de atenção básica.
Com a mudança nos currículos, a estimativa é a entrada de 20,5 mil médicos na atenção básica. “Esse aumento será sentido a partir de 2022, quando os médicos estarão formados”, disse o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.
De acordo com os ministérios da Educação e Saúde, as instituições de ensino terão que acompanhar e supervisionar o aluno. Após o estudante ser aprovado no estágio no SUS, a autorização temporária de exercício será convertida em inscrição no Conselho Regional de Medicina. Por haver recursos federais no programa, os alunos das escolas particulares deverão ficar isentos do pagamento de mensalidade. Esse trabalho na rede pública não acaba com o internato, no quinto e no sexto anos do curso.
Até 2017, a oferta de vagas nos cursos de Medicina terá um aumento superior a 10%. Com o programa Mais Médicos, serão abertas 3.615 vagas nas universidades públicas e, entre as particulares, devem ser criadas 7.832 novas matrículas.
O aumento deve ser sentido este ano, com a abertura de 1.452 vagas. Em 2014, serão 5.435, anunciou Mercadante. De acordo com o ministro, haverá uma descentralização dos cursos que serão instalados em mais municípios. A residência médica terá de acompanhar o ritmo de vagas abertas na graduação.
“Não basta abrir curso de medicina para fixar um médico em uma região que temos interesse para ter. É preciso residência médica, que é um fator decisivo para a fixação, além de políticas na área de saúde. Estados que têm oferta de residência médica, tem uma concentração grande de médicos, como Rio de Janeiro e São Paulo”, disse o ministro.
Segundo ele, haverá uma melhor distribuição dos cursos pelo país. Atualmente, 57 municípios oferecem cursos de medicina. Com o novo programa, mais 60 passarão a ofertar, totalizando 117 municípios no país. Isso acarretará, para as universidades federais, a contratação de 3.154 professores e 1.882 técnicos-administrativos.
Nas particulares, segundo Mercadante, não haverá mais a “política de balcão”, em que os institutos apresentam as propostas para a abertura de cursos. Agora, a oferta de cursos de medicina será definida por meio de editais públicos, de acordo com a necessidade do país. “Vamos verificar as áreas que têm condições e necessidade de ofertar vaga e lá ofertaremos”.
Críticas
Em comunicado distribuído pouco após a divulgação do programa do governo, entidades médicas nacionais – Associação Médica Brasileira (AMB), Conselho Federal de Medicina (CFM), Federação Nacional dos Médicos (FENAM) e Associação Nacional dos Médicos Residentes (ANMR) – criticaram a ampliação do tempo de formação nos cursos de Medicina.
Segundo as entidades, trata-se de uma “manobra que favorece a exploração de mão de obra”. Os estudantes já realizam estágios nas últimas etapas de sua graduação, dizem, e depois passam de três a cinco anos em cursos de residência geralmente em unidades já vinculadas ao SUS.

Fonte:websaude.com.br